Distribuição das vagas por blocos e calendário de inscrições
O processo seletivo foi organizado em quatro blocos, com inscrições gratuitas e abertas em datas distintas:
Bloco 01: 93 vagas para Brasília (DF) — inscrições a partir de 9 de julho de 2025;
Bloco 02: 329 vagas para Pará, Maranhão, Rondônia e Mato Grosso — inscrições a partir de 22 de setembro de 2025;
Bloco 03: 241 vagas para Pará, Santa Catarina, Amazonas, Tocantins, Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — inscrições a partir de 5 de janeiro de 2026;
Bloco 04: 237 vagas para Amazonas, Amapá, Roraima, Mato Grosso, Paraíba, Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Paraná — inscrições a partir de 6 de abril de 2026.
Os profissionais selecionados atuarão em unidades da Funai nos estados mencionados, além da Coordenação-Geral de Monitoramento Territorial da Diretoria de Proteção Territorial, em Brasília.
Requisitos e benefícios das funções
Para o cargo de agente temporário de proteção territorial, os requisitos incluem:
Ensino médio completo;
Experiência prévia em monitoramento territorial ou ambiental;
Idade entre 18 e 59 anos.
A remuneração é de R$2.452,50 para 40 horas semanais.
Para a função de especialista temporário em proteção territorial, exige-se:
Nível superior nas áreas previstas no edital;
Idade entre 18 e 65 anos;
CNH categoria B válida;
Experiência em liderança de equipes.
O salário é de R$6.681,70. Ambos os cargos oferecem auxílio-alimentação, auxílio pré-escolar e auxílio-transporte, conforme aplicação.
Requisitos desejáveis incluem experiência na Administração Pública, conhecimento em manejo integrado do fogo, geointeligência, indigenismo, e habilidades em atividades de campo.
Etapas da seleção e função social da contratação
A seleção será composta por três fases:
Análise curricular (eliminatória e classificatória);
Investigação social (eliminatória);
Entrevista (eliminatória e classificatória).
Os aprovados passarão por um curso básico de proteção territorial com 40 horas de duração.
Segundo apuração da Carranza Cursos, a iniciativa busca cumprir determinações judiciais, como as ADPFs 709 e 760, que exigem a retirada de invasores e a fiscalização de terras indígenas. Os cargos exigem esforço físico em regiões de difícil acesso, com deslocamentos fluviais e terrestres pelos diversos biomas do país.
O edital também prevê reserva de vagas para pessoas pretas, pardas, indígenas, quilombolas e com deficiência.
Apuração e redação: Carranza Cursos